domingo

DOCUMENTAÇÃO E TIPOS DE UNIÃO

Além de pensar em cada detalhe do casamento dos seus sonhos, é importante saber todos os itens exigidos para a realização da união civil. Assim, você evita imprevistos.



DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA



Certidão de nascimento e cédula de identidade originais: certidão de nascimento com data de expedição recente para garantir que nenhum dos requerentes tenha qualquer tipo de obstáculo para a habilitação solicitada -- solicite no cartório onde foi feito o registro de nascimento.


Comprovante de residência original: vale a última conta da luz, água ou telefone. Quem vive com os pais vai ter que apresentar os comprovantes deles.


Duas testemunhas: são elas quem irão comprovar a ausência de qualquer tipo de impedimento para a união. As testemunhas devem ser maiores de idade e podem ter grau de parentesco (com exceção dos pais que não são aceitos). Se o casamento for realizado fora do cartório, serão necessárias quatro testemunhas ao invés de duas. É necessário levar apenas o RG original. Depois de providenciar os papéis, é necessário esperar por 15 dias. Este é o chamado período dos proclamas, estipulado por lei, para averiguação de possíveis impedimentos à união. Se ninguém se opuser, o oficial certificará no processo que os noivos estão habilitados ao casamento e dará um prazo de três meses para a sua realização. Se você perder a data, terá que recomeçar do zero. Para evitar complicações, o melhor é entrar com a documentação pelo menos dois meses antes da cerimônia.




ESCOLHA O TIPO DE UNIÃO
Na hora de casar vai ser preciso decidir se querem que os bens do casal sejam todos divididos entre os dois, se preferem que tudo fique completamente separado, ou ainda acham melhor um caminho intermediário. Isso vai depender de cada relacionamento e da história de vida de cada um. A verdade é que a escolha está mais relacionada à praticidade. Veja a característica de cada regime de comunhão de bens:


• Comunhão parcial de bens: é a mais usada atualmente. Nela o que o cada um tinha quando solteiro continua sendo de cada um, o que for adquirido depois do casamento é de ambos. Se um dos dois receber uma herança ou doação, o bem não será dividido, a menos que tenha sido feita em nome do casal.


Comunhão universal de bens: aqui não importa quando o bem foi adquirido, quanto custou ou quem comprou, tudo pertence ao casal, em iguais proporções. Se um dos dois morre, o parceiro fica com a sua metade e a metade restante é dividida entre os herdeiros.


Separação total de bens: com o novo Código Civil, caso ocorra a morte de um dos cônjuges, o sobrevivente receberá parte igual a dos filhos, não podendo sua cota ser inferior à quarta parte da herança. Caso deseje, os cônjuges podem fazer a divisão dos bens antes de morrerem para evitar brigas ou problemas na hora da partilha. Existem alguns casos em que este regime é obrigatório, por exemplo para quando um dos noivos é viúvo com filhos do cônjuge falecido e o inventário ou a partilha de bens ainda não tenha sido realizada; quando a mulher for menor de 16 anos ou tenha mais de 50 ou o homem seja menor de 16 ou mais de 60...




Bem Casado

“São as duas metades que se encontram, unidas pelo doce recheio do amor”. Esta é a definição dada por Regina Meynard para explicar o que é um bem-casado. O tradicional doce que virou mania nacional nas festas de casamento e que é servido como lembrança aos convidados.
Regina, uma experiente artista plástica, que passou a se dedicar à arte culinária por influencia da avó, conta que o doce significa a união de duas pessoas pelo amor e para sempre. E que receber e comer o bem-casado da festa é compartilhar com os noivos os desejos por uma vida doce, “cheia de felicidade, sorte e amor”.
A história do bem-casado tem mais de cem anos. O docinho brasileiro é uma derivação dos tradicionais “casadinhos” portugueses. O diferencial está na textura que, para agradar aos brasileiros, ganhou uma textura mais macia, aerada, revestida por uma calda crocante...
“Como tem um pouco da origem portuguesa os tradicionais sabores são baba de moça e doce de leite, mas hoje existe uma infinidade de sabores e combinações de massas e recheios, como: nozes, limão, damasco, ganache, café, avelã etc. Mas ainda hoje o mais pedido pelos noivos é sem dúvida o doce de leite”, confidenciou Regina, acrescentando que, em média, três a cada cinco festas encomendam o bem-casado que é servido como lembrança aos convidados.
Regina chega a fazer 30 bolos de casamento em meses como setembro e outubro. “Poderia fazer até mais pela procura que temos, mas para manter a qualidade e a dedicação dispensada para cada detalhe, para cada enfeite, tenho que manter um limite”, afirmou Regina, que tem um trabalho reconhecido nacionalmente e atende encomendas de várias cidades.
Como o bem-casado tem toda uma simbologia, muitas noivas ainda o preferem a outras lembranças.
Fato curioso é que o brasileiro tem dado o famoso “jeitinho” para aproveitar o sabor e a simbologia que carrega a tradição do bem-casado para servi-lo em outras ocasiões.
As empresas os oferecem como lembranças em eventos, mas aí o nome muda para “bem-sucedido” e tem como significado sucesso e fortuna.
As mamães também servem o doce comemorando o nascimento de seus pequenos com o nome de “bem-nascido”, traz saúde e uma vida feliz para a criança.
Em aniversários a versão servida é o “bem-vivido”. E por aí vai, o que vale mesmo é a intenção e, claro, a possibilidade de degustar o doce.
As embalagens são as mais diversas, embrulhado e com fita, em caixinhas de papel, vidro ou lata, em saquinhos de organza, tules e tecidos diversos, o que mais a imaginação puder criar para agradar a noiva.
“O mais pedido ainda é a embalagem mais simples, o tradicional pacotinho, ele embrulhado em papel crepom na cor desejada com laço de cetim. Mesmo o mais simples dos bem-casados, depois de arrumados dão um efeito incrível, como aquele ditado: uma andorinha só não faz verão, assim é o bem-casado você não acha ele tão interessante sozinho, mas quando estão todos juntos, dispostos um ao lado do outro, em pirâmides, espalhados ou dentro de armários, gavetas, ficam lindíssimos, aí eles aparecem...”.
Generosamente Regina repartiu seu conhecimento.

Então, aqui vai uma receita:


Para a massa: 4 gemas, 2 claras de ovos, 2/3 de xícara (chá) de açúcar refinado, 1 colher (chá) de açúcar de baunilha, ¾ de xícara (chá) de farinha de trigo, ½ xícara (chá) de amido de milho.
Modo de fazer: Bata na batedeira as gemas, as claras e os açucares por aproximadamente 10 minutos. Em seguida, desligue a batedeira e acrescente a essência de baunilha e os ingredientes secos, envolvendo delicadamente. Coloque a massa num saco de confeitar com bico perlê, pingue sobre as formas forradas com papel manteiga e leve ao forno pré aquecido 160 graus, até que estejam ligeiramente dourados. Deixe esfriar recheie com doce de leite e banhe em uma calda feita com 2 xícaras de (chá) de açúcar com ½ xícara (chá) de água leve ao fogo até levantar fervura, banhe os bem-casados deixe secar e embale.
Obs. É importante bater muito bem os ovos para que não fique com aquele gosto de ovo.




Por: Regina Meynard no www.papointimo.terra.com.br
www.reginameynard.com.br

quarta-feira




Nossa só agora me dei conta do tempo que não passo por aqui para registrar uma novidade, um comentário, qualquer coisa,rsrsrs.
Desculpa pessoal mas realmente ando muito sem tempo e com muito trabalho...graças à Deus.
Vou me esforçar bastante para conseguir manter o blog atualizado. Esse mês não tenho mais nenhum sábado livre e isso vai até 15/05. Ufa!!!
Mas tudo tem sido válido. Logo mais terei novidades para postar aqui.
Saudades de escrever por aqui,rsrsrs.
Continuemos assim...

Beijos a todos!!!